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Arquivo de janeiro, 2010

Tour 3D

26, janeiro, 2010 admin Sem comentários

Interativa

 

 

Confira o laboratório de tour 3D, feito aqui na ABCZ através do controle Wii:

Abraços,

Cris Martins

Prédio no Japão exibe painéis com QR Code e Realidade Aumentada

18, janeiro, 2010 admin Sem comentários

Interativa

 

 

Um prédio comercial no Japão ostenta em sua fachada um QR Code.

Prédio Edifício N

A imagem projetada nos painéis exteriores no Edifício N (um prédio da zona comercial da cidade de Tachikawa), desde o final de dezembro permite que portadores de telefones celulares com câmera tirem fotos do código de barras 2D. Com o auxílio de um leitor do código, o dispositivo abre o navegador embarcado que carrega o site do edifício.

Além disso, com um aplicativo adicional disponível para o IPhone, o usuário pode apontar sua câmera para o edifício e ser surpreendido com uma camada de realidade aumentada, que apresenta, de forma interativa, informações sobre as lojas do prédio e suas promoções, bem como uma interface de serviços como reservas e download de cupons promocionais.

Saiba mais acessando o site: http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI4212323-EI4799,00-Predio+no+Japao+exibe+paineis+com+realidade+aumentada.html

Abraços,

Cris Martins

3D em TV, agora é realidade!

8, janeiro, 2010 admin Sem comentários

Interativa

 

 

O Jornal da Globo, exibido ontem (07/01/2010), mostrou um pouquinho da maior feira de eletrônicos do mundo, a NAB, que está sendo realizada em Las Vegas.

Entre muitas, a grande novidade da feira é a terceira dimensão (3D) em TVs.

Confira no vídeo abaixo, ou acesse o site:http://g1.globo.com/jornaldaglobo/0,,MUL1438977-16021,00-TERCEIRA+DIMENSAO+EM+TV+E+REALIDADE.html

Abraços,

Cris Martins

Realidade Aumentada pode gerar US$ 700 mi

4, janeiro, 2010 admin Sem comentários

Interativa

 

 

O mercado de Realidade Aumentada (RA) móvel vai alcançar 732 milhões de dólares em 2014, alimentado por downloads de aplicações pagas, publicidade e serviços de assinatura, segundo relatório da Juniper Research

Em 2009 houve uma explosão de interesse em trazer aplicações de realidade aumentada e navegadores para aparelhos móveis com GPS, cãmeras e bússolas. A RA móvel pode criar um novo nível de interatividade móvel em jogos, viagens, compras, redes sociais e aplicações educacionais.

Mas as previsões otimistas do ano passado foram postas em xeque pelo próprio relatório, que ressalta que apenas um pequeno número de smartphones tem hoje os recursos exigidos por aplicações desse tipo.

Mais relevante é sua afirmação de que “ainda há muita incerteza sobre como o conteúdo e os serviços de realidade aumentada deveriam ser convertidos em lucro, e que modelos de negócios as operadoras, os desenvolvedores e os provedores de conteúdo deveriam adotar”, argumenta o estudo “Mobile Augmented Reality: Forecasts, Applications & Opportunity Appraisal 2009-2014″.

Em outras palavras: alguém pode ganhar dinheiro com RA?

A realidade aumentada refere-se de modo geral à aplicação de camadas de texto ou ilustração a fotos de objetos e locais do mundo real, mostrados em uma tela ou visor. Essa camada traz informações sobre a foto, como textos, imagens, animações e links. Ao apontar sua câmera para a Avenida Paulista, a tela poderia mostrar o nome de uma loja com uma promoção especial, as máquinas de autoatendimento bancário, as entradas de metrô mais próximas, ou mesmo informações sobre algum prédio histórico.

Para fazer tudo isso, os aparelhos precisam de câmera, GPS, sensores de movimento (acelerômetros) e bússola, além de uma conexão de banda larga sem fio. O software de RA móvel usa esses elementos para identificar a localização do usuário, para depois encontrar qualquer objeto ou local ao redor que tenha sido etiquetado geograficamente (geotagged), ou seja, cuja posição no globo terrestre tenha sido associada com algum dado na internet. O software RA sobrepõe então esta informação adicional à imagem do objeto real, na tela do dispositivo do usuário.

Os autores do relatório preveem três maneiras de ganhar dinheiro com RA móvel: venda simples, onde o usuário pagaria pela aplicação na hora do download; vários esquemas baseados em assinatura – pagando por algo depois que o download inicial da aplicação RA foi feito; e dinheiro pago por anunciantes.

Leia matéria do IDGNow na íntegra aqui.

Cris Martins